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Refém do aplicativo
Todo pedido passa por um intermediário que fica com até 30% e ainda some com o contato do seu cliente. Você entrega, ele cadastra.
Todo mês seu delivery vende, entrega e fecha o caixa apertado. Não é o cardápio, não é o preço e não é falta de trabalho. É o caminho até o pedido, que nunca foi montado. O Método PRATOS monta esse caminho em seis etapas.
Receber diagnóstico gratuitoResposta em até 1 hora útil. Sem fidelidade. Diagnóstico sem custo.
Meta Business Partner · Google Partner Premier · Kommo Partner

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Todo pedido passa por um intermediário que fica com até 30% e ainda some com o contato do seu cliente. Você entrega, ele cadastra.
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Você não consegue planejar compra, escala nem folga, porque não faz ideia de quanto vai entrar na terça.
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Impulsionar post enche o Instagram de coraçãozinho e não enche a cozinha. Ninguém nunca te disse quanto custou cada pedido.
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Anos vendendo, milhares de pedidos entregues, e nenhuma lista pra chamar de volta quem já comeu e gostou.
Nenhum desses é falta de trabalho. Todos são falta de método.
Receber diagnóstico gratuitoArrasta o faturamento, escolhe o modelo e vê a conta que quase ninguém faz.
Modelo da operação
R$ 94.320,00
Esta é uma estimativa do custo atual com taxas.
Isso é um pedaço da primeira etapa do Método PRATOS. No diagnóstico, a gente refaz essa conta com o seu extrato real e com a margem de cada prato, não com estimativa.
O objetivo não é abandonar o aplicativo. É construir um canal próprio e parar de depender de um só.
Quero reduzir essa dependênciaReferência: taxas públicas dos planos do iFood. Os percentuais podem variar conforme plano, cidade, contrato, promoções e forma de pagamento. Última revisão: agosto de 2026.
Esta calculadora apresenta uma estimativa e não constitui proposta financeira ou garantia de economia.
Anunciar é subir uma campanha com foto de hambúrguer e torcer pra entrar pedido. Canal próprio é saber de onde veio cada pedido, quanto custou trazer cada um, quanto sobrou depois da taxa e o que precisa mudar essa semana pro mês que vem ser melhor.
A primeira coisa depende de sorte e da fome alheia. A segunda funciona mesmo na terça-feira chuvosa, mesmo quando você está atolado na cozinha.
O que a Atmos instala no seu delivery é a segunda.
Seis etapas na ordem certa. A maioria das agências começa direto na terceira — e é exatamente por isso que o pedido até chega, mas o lucro não fica.
Antes de falar em anúncio, a gente abre o seu número: ticket médio, margem de cada prato, quanto o aplicativo leva, raio de entrega real e em que horário seu delivery de fato vende. E deixa tudo medindo, pra que daqui pra frente todo pedido tenha origem conhecida. Sem essa etapa, verba vira aposta.
Você recebe: diagnóstico do balcão, mapa de margem por prato e rastreamento instalado.
Reorganizamos o cardápio pra quem pede pelo celular com fome e pressa. O que vende, o que dá margem e o que só ocupa espaço na tela. Combos montados pra subir o ticket, foto que dá vontade, descrição que responde a dúvida antes do cliente desistir. Anúncio bom em cardápio confuso só faz você pagar mais caro pra perder pedido.
Você recebe: cardápio reestruturado, combos com margem calculada e oferta de entrada.
Campanha no ar com verba controlada, falando com quem está dentro do seu raio de entrega, no horário em que a fome bate. Criativo de comida feito pra parar o dedo, não pra ganhar prêmio. É aqui que a maioria das agências começa. A gente chega aqui com o caminho já arrumado.
Você recebe: campanhas no Meta e no Google, criativos mensais e segmentação por raio real.
Toda semana a gente prova e acerta. O que trouxe pedido fica, o que só trouxe curtida sai. A verba só aumenta depois de três semanas com custo por pedido estável. Delivery muda toda semana — feriado, chuva, concorrente novo, promoção do app — e a campanha precisa mudar junto.
Você recebe: ajuste semanal de campanha, oferta e criativo.
Um relatório que você lê em dois minutos: quantos pedidos entraram, quanto custou cada um, quanto sobrou depois da taxa. Sem CPM, sem CTR, sem print de curtida, sem gráfico bonito escondendo número ruim. O olho do dono engorda o boi. A gente só garante que ele enxergue.
Você recebe: relatório semanal em linguagem de dono e reunião mensal de estratégia.
Quem pediu uma vez entra na sua base e recebe o convite certo pra pedir de novo, direto no seu WhatsApp, sem comissão no meio. É a etapa que faz a conta mudar de figura: o cliente que custou caro pra conquistar uma vez passa a voltar de graça.
Você recebe: base organizada, campanhas de recompra e reativação de clientes antigos.
Casa cheia no fim de semana é sorte. Pedido toda semana é método.
Quando começamos, o dono já tinha data marcada pra devolver o ponto. O movimento tinha caído, o aplicativo comia a margem e ele não tinha mais fôlego pra investir alto. Começamos com o que dava: R$800 em mídia no primeiro mês, com cardápio reorganizado antes de a campanha subir.
A operação virou. O dono tocou o negócio por mais um tempo, vendeu o restaurante em condições que ele mesmo não esperava e hoje mora na Itália. Não é o desfecho que a gente promete. É o desfecho que aconteceu quando o caminho até o pedido foi arrumado antes do anúncio subir.

A Atmos Mídias é liderada por Leo Fernandes, gestor de tráfego pago e especialista em inteligência artificial, com mais de 8 anos no digital e operação especializada em food service. Cada projeto é acompanhado com leitura de campanha, leitura comercial e ajuste orientado por número, não por sensação.
“Relatório bonito escondendo número ruim é a coisa mais fácil de fazer nesse mercado. A gente faz o contrário: o número vem primeiro, mesmo quando ele está feio.”


A partir de R$1.500 por mês em mídia para um delivery local. Abaixo disso o volume de dados é pequeno demais pra otimizar campanha com segurança, e você acaba pagando pra aprender devagar.
Os primeiros pedidos costumam aparecer na primeira semana de campanha. A estabilidade de custo por pedido acontece entre 30 e 90 dias, e é essa estabilidade que permite aumentar verba sem susto.
Porque cardápio confuso transforma anúncio bom em dinheiro queimado. Se o cliente chega com fome e não entende o que pedir em dez segundos, você pagou pela visita e perdeu a venda. A etapa Receita vem antes da Atração por esse motivo.
Não. O app continua sendo vitrine. O que muda é que ele deixa de ser o único canal, e a margem melhora à medida que o canal direto cresce.
Sim. O trabalho é 100% remoto e as campanhas são configuradas pelo raio de entrega real do seu estabelecimento.
Não trabalhamos com multa de fidelidade. Sugerimos um ciclo mínimo de 90 dias só porque o método precisa desse tempo pra maturar — e porque sair antes disso é jogar fora o investimento das duas primeiras etapas.
Cada semana sem método é pedido indo pro concorrente com a sua margem junto. Preenche o diagnóstico e a gente responde em até 1 hora útil.